Caso Gustavo: Justiça nega liberdade à madrasta investigada pela morte de criança com marcas de violência
Caso Gustavo: Justiça nega liberdade à madrasta investigada pela morte de criança com marcas de violência
A Justiça de Palmas negou o pedido de liberdade e de prisão domiciliar de Kathellen Moreira da Silva, madrasta do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos. A mulher está presa preventivamente sob suspeita de omissão na tortura que levou à morte da criança, encontrada morta em sua residência com sinais de violência. O juiz ressaltou que o crime foi cometido com crueldade e que a investigada tem responsabilidade pelo resultado. A defesa alegou que Kathellen amamenta uma filha de 5 meses, mas o juiz avaliou que a bebê já recebia alimentação mista e está sob os cuidados da avó materna. O pai da criança, Igor Gustavo Veloso de Sousa, também segue detido, e a polícia investiga o caso como possível violência vicária.
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