Na Câmara, Amorim diz que classificação de facções como terroristas ameaça soberania e não traz ‘ganhos concretos’
Na Câmara, Amorim diz que classificação de facções como terroristas ameaça soberania e não traz 'ganhos concretos'
- Amorim afirma que o governo não tem complacência com organizações criminosas e que classificar facções como terroristas não gera ganhos concretos.
- Defende que o combate ao crime organizado deve ocorrer dentro da Constituição e do Estado Democrático de Direito, preservando a soberania nacional.
- A oposição à equiparação se fundamenta em possíveis impactos econômicos e na recusa à interferência externa.
- O debate aconteceu após os EUA designar PCC e CV como organizações terroristas, levando à convocação de Amorim para esclarecimentos na Câmara.
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